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//música

Freaky Spice Girls

05.11.2007 @ 07:08Comente (1)

O clipe de “Headlines (Friendship never ends)”, novo single das Spice Girls, foi lançado na última sexta-feira - tá no YouTube. Música cafona, vídeo cafona (como o nome já denuncia) com um bando de MILFs-duvidosas fazendo pose.

Mas o que mais impressiona é a participação de Antony Hegarty,  encarnando a Mel B.

Antony Hegarty, Spice Girls

//expediente

Curva perigosa à direita

02.11.2007 @ 07:09Comente

Tô reformando o blogue, tirando a poeira, volto pra semana.

Enqüanto isso, tem cobertura do Tim Festival no Omelete (só o carioca - sp e curitiba, mais tarde).

//expediente

Este blogue não é um viral do Tim Festival

04.10.2007 @ 13:33Comente (1)

Que, pelos últimos posts, é o que parece.

Volto já.

//música

Justice no Tim Festival

18.09.2007 @ 21:39Comente (3)

Justice (dizem que) vinha para o Tim Festival, mas não veio. Daí agora vem a vinheta do festival, com a música-tradicional e a narração do Mauricio Pereira tradicional, deslavadamente produzida em cima do clipe de D.A.N.C.E., clássico da dupla. Vê nos links e compara.

Tá que a idéia não é revolucionária, mas ficou feio. É cópia, inspiração ou mashup?

//música

Timfa 2007, a escalação (refletindo)

21.08.2007 @ 23:11Comente (3)

O calendário oficial do Tim Festival saiu aí mais cedo - se não viu, copy+paste lá embaixo, depois do break. Sem grandes nomes que já não tenham vazado, e sem A atração histórica da vez - à la Brian Wilson, Patti Smith - parece mais xoxo do que parece.

O Rio não é mais a cidade oficial do Timfa, já que todas as atrações internacionais vêm para São Paulo. Ponto negativo: capaz de esvaziar a versão carioca (que só tem paulista mesmo…), em troca de shows ruins no Anhembi. Ponto positivo: São Paulo tem o Auditório Ibirapuera; Cat Power, ali, vai ser antológico.

O formato também mudou, dispensando as tendas que herdaram do velho Free Jazz. Agora o lance é ‘noite temática’, tipo feira da música. Bom que tenta atrair um público mais conciso, mas aposto que vai refletir no preço do ingresso (na configuração anterior, eram quatro séries de shows por três noites. Agora, chega a sete, no RJ, que perdeu uma noite. Em SP, os shows se esparramam por cinco dias, em três lugares diferentes). Dá-lhe bolso.

Acho meio sacal a noite se estender com DJs (QUATRO sets simultâneos?), mas isso é rabugice minha. Acho mais duvidoso o palco dedicado só a bandas indie brasileiras. A pergunta que fica é: quem eles esperam que fique até alta madrugada para ver o show do Del Rey (que é classe mas, no final das contas, é uma banda cover)? Me façam morder a língua.

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