A Mostra é o tipo de evento que reúne uma parcela massiva de fumantes. E esta é a primeira edição (se não me engano muito) que acontece sob a fiscalização anti-tabagista mais pesada. Não quero discutir nenhuma polêmica contra ou a favor da proibição (ainda mais por ser fumante - logo, culpado), mas isso gerou um fenômeno curioso ontem à noite, durante a exibição de Loki.
Fazia tempo que não ia ao Cinesesc, mas sabia que o hall interno já tinha se tornado área de não-fumaça. A novidade é que o bar dentro da sala - originalmente criado para que os espectadores pudessem fumar durante o filme - também virou no smoking. Acho um saco, mas compreendo.
Ontem, antes do início da sessão, o que se via era o feitiço contra o feiticeiro. Todos os fumantes ocupavam a entrada do lugar, aproveitando o único lugar liberado - platéia, um dos projecionistas, até o próprio Arnaldo Baptista, com seu cigarrinho cinzento. Todo mundo que chegava dava de nariz com um fumacê concentrado na rampa de entrada do cinema. Um calvário para os não-fumantes.


October 20th, 2008 at 9:35 am
ae, voltou com o blog!
ha tempos nao piscava no rss, que bom!!
abs