A Mostra é o tipo de evento que reúne uma parcela massiva de fumantes. E esta é a primeira edição (se não me engano muito) que acontece sob a fiscalização anti-tabagista mais pesada. Não quero discutir nenhuma polêmica contra ou a favor da proibição (ainda mais por ser fumante – logo, culpado), mas isso gerou um fenômeno curioso ontem à noite, durante a exibição de Loki.
Fazia tempo que não ia ao Cinesesc, mas sabia que o hall interno já tinha se tornado área de não-fumaça. A novidade é que o bar dentro da sala – originalmente criado para que os espectadores pudessem fumar durante o filme – também virou no smoking. Acho um saco, mas compreendo.
Ontem, antes do início da sessão, o que se via era o feitiço contra o feiticeiro. Todos os fumantes ocupavam a entrada do lugar, aproveitando o único lugar liberado – platéia, um dos projecionistas, até o próprio Arnaldo Baptista, com seu cigarrinho cinzento. Todo mundo que chegava dava de nariz com um fumacê concentrado na rampa de entrada do cinema. Um calvário para os não-fumantes.
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ae, voltou com o blog!
ha tempos nao piscava no rss, que bom!!
abs