Nunca vi tanta criança em um show de rock como no Keane, há pouco. Molecada de oito, nove, dez anos, vibrando com o bochechudinho.
E no meio do show, em “Hamburg song”, quando o Tom Chaplin pediu isqueiros na platéia (U2, alguém?), só consegui enxergar dois. O resto, telas de celulares e câmeras digitais. A geração nerd também é a geração saúde. Coisa chata.

