A primeira apresentação dos Pet Shop Boys aqui em São Paulo, há pouco, foi pura decepção. Fiz questão de ir, movido pela quantidade de gente feliz que vi saindo do show dos caras no Tim Festival de 2004 - já que preferi chapar com os Mars Volta.
Daí que morri de tédio. As músicas novas até são boazinhas, mas quando um show prende mais atenção com a troca de figurinos dos backing vocals, alguma coisa está errada. E o som baixinho baixinho do Credicard Hall ajudou a aumentar a bomba. O sintetizador parecia estar a quarteirões de distância da platéia - que, compreensivelmente, não ia além de acompanhar as músicas com os pés.
Desisti de vez quando o telão mostrou imagens do cortejo fúnebre da Lady Di, durante “Dreaming of the Queen”. Pô, não era uma festa? Caí fora antes da meia-noite, não valia a pena os R$ 30 paus que iria gastar no táxi se ficasse por ali.
Ainda dei de cara com o Marcos Mion gravando seu novo-programa-tosco, na porta da casa. E quer saber? Parecia bem mais divertido.

