Saiu na semana passada a definição sobre a primeira Starbucks brasileira, depois de mais de ano de falatório. O release disparado para a imprensa, super bem escrito, não dava datas mas contava o local escolhido: a livraria Saraiva do MorumbiShopping.
Essa não deve ser a única loja da cafeteria no país. Diz a lenda que a rede tem uma média de expansão de cinco portas novas ao dia. E matéria distribuída pela Reuters, também na semana passada, reporta os planos da corporação: 30.000 novas franquias em alguns poucos anos. Alvos principais: Rússia, Índia, Egito, China (que eles querem tornar seu segundo maior mercado) e Brasil. Por aqui, a rede fica nas mãos do casal Rodenbeck, famoso por tocar a rede Outback.
Tudo muito bom. Eu, como bom cafélatra (desculpa) capitalista, estava contando os dias. Mas esse post na verdade foi feito para uma única pergunta: abrir a primeira filial de uma cafeteria que ficou famosa pelas suas lojas de rua, dentro de uma livraria que fica dentro de um shopping é realmente estratégia que preste?


October 13th, 2006 at 11:19 am
A Starbucks já é cara para padrões americanos, imagine para os padrões brasileiros… Dez reais a xícara? Eu hein…
Aliás, mesmo o Franz Café não deve faturar tanto assim…
October 16th, 2006 at 4:51 pm
e pior, um shopping lááá longe. tsc.