A história é velha, mas eu insisto. O público de São Paulo é uma coisa nunca vista, no quesito falta de respeito com o que está sobre o palco.
Mais um exemplo veio agora, com o segundo show das CocoRosie na cidade. Dentro da The Week, para além de um raio de dez metros do palco, o lugar parecia mais uma convenção de cabeleireiros e taxistas.
O bate-papo da paulistada era tão forte que atrapalhava a apresentação, delicada e construída nos silêncios entre os instrumentos, chegando a constranger as meninas da dupla. Dá-lhe.


September 1st, 2006 at 5:12 pm
Realmente…
Desculpe a intromissão, mas tava cantando as infos pro show das meninas na quarta-feira e achei o teu site.
Hoje volto e vejo o comentário sobre o público e tive de colocar o meu endosso.
Normalmente gosto de assistir aos shows de uma distância mediana, onde posso escutar sem muita distorção e evito a muvuca do pessoal na fila do gargarejo.
No show do francês Spleen, mal consegui ouvir o que se tocava. Gente parecendo que estava na SPFW, edição pocket.
Caramba! Nem parecia que tinham morrido em oitenta pratas para ver um grupo hiper-alternativo.
“Publico de merda!” endosso. Só espero que elas sejam melhor recebidas no CircoVoador, no Rio, que tem a tradição de recepcionar os visitantes com mais calor.
September 1st, 2006 at 6:25 pm
carioca não faz isso. ;-)
amanhã vou lá assediar as garoctas. se alguém fizer barulho, chamo a puliça.
:*
September 1st, 2006 at 10:57 pm
olha, o show do primeiro dia foi lindo, lindo mesmo. quase fui no segundo, mas algo me dizia q não ia ser tão bom (no fim nem rolou a sessão de autógrafos q elas fizeram no primeiro dia).
mas é só lembrar do tim em sp, no ano passado, pra lembrar a merda q é o público paulista - só souberam ficar quietos qdo tocou a merda do strokes. ah, se eu tivesse uma grana pra investir em viagem pro rj e ver daft punk, beastie boys e devendra beeeeem longe dessa garotada indiegena mal-educada de são paulo.