Há tempos não ouvia falar de Romulo Fróes. Depois de esgotar os shows do seu primeiro disco (o excelente Calado, lançado pela Bizarre há dois anos), ele voltou para seu mundo particular e só saiu rapidamente, ao compartilhar composições com o último disco da Gal, ano passado
Pois hoje fui surpreendido com a presença do low profile Fróes como atração principal da festa de aniversário da Galeria Melissa, reduto da animada fashion people paulistana em plena Oscar Freire.
A segunda surpresa veio durante o show, quando percebi o novo caminho que o rapaz tomou na carreira, à beira do lançamento do segundo álbum. RF deixou de lado “a cadência bonita do samba” melancólica e, ao vivo, montou uma gafieira bem particular - inclusive com a brilhante presença do guitarrista Lanny Gordin.
Parece bom. Mas quero ouvir o disco (e assistir ao show em um lugar com som decente) antes de julgar. Então, é tema para mais pra frente também.


August 30th, 2006 at 11:17 pm
Pois, esteja convidado Eduardo, dia 06.09 às 21:00 no Teatro do Sesc Pompéia, a gafieira vai aumentar mais ainda, abs, romulo
September 4th, 2006 at 10:26 pm
…
oxe
September 7th, 2006 at 5:12 am
[...] Em um palco decente, depois da Galeria Melissa, as músicas ganham a dimensão que merecem - mesmo que o microfone tenha se auto-sabotado depois da terceira canção. E a banda, rapaz, a banda. Romulo juntou um all star de causar inveja: Lanny Gordin na guitarra, o absurdo Zé Barbeiro no violão, Curumin na bateria e Fábio Sá no baixo hiperativo. No Sesc, de quebra, trio de metais importado da Banda Mantiqueira e três pastoras da Nenê da Vila Matilde. Rock, samba, punk, MPB - gafieira moderna, insisto no rótulo. [...]