Eu tenho tendência a gostar dos projetos gráficos da Folha. Esse que estreou hoje foi pelo mesmo caminho. À primeira folheada, parece ótimo: bonitão, boa fonte, diagramação de fotos inteligente e páginas mais respiráveis. Grandes defeitos, só com uma análise mais aprofundada. (Tá, lembra a última grande reforma do Estadão, mas não conta pra ninguém)
Já a Folha Online, que também foi reformada, acaba dando dor de cabeça de tanto link na página principal - defeito amaciado nas subs que já aderiram ao novo visual. E eles adotaram features da web 2.0, como o box de notícias mais lidas, coisa que o New York Times já alimentava.
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Vale nota também o comercial sobre o projeto, via W Brasil.
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E o prêmio de rata do dia vai para a Ilustrada, com sua página dedicada a Neil Gaiman, que nega a existência da tradução de Caroline, livro lançado por aqui há mais de três anos pela Rocco. Isso sem contar, sendo mais cri-cri, a legenda da foto que credita à Morte a direção de sua própria cinebiografia. Heh.
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Pronto, taí o primeiro defeito da nova Folha: se as fotos não fossem tão grandes, talvez sobrasse um mísero cantinho para falar mais sobre o novo livro, Os filhos de Anansi.

