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//música

Nokia Trends: as primeiras atrações

22.10.2008 @ 04:46Comente (1)

O Tim já tá rolando, o Terra é já já, sobrou o Nokia Trends pra gerar novidades entre os grandes festivais.

A notícia vem via Rraurl, que publicou agora de madrugada: o clássico Bomb The Bass (abertura do Clip Trip, lembra?) e N.A.S.A. (projeto fodástico do Zegon) estão fechados para o Nokia, dia 29/11, no velho e sensacional Cine Marrocos, em São Paulo.

Mas se tem outro nome que está praticamente OK pra tocar no festival é a Kid Sister. Alguém tinha me falado, no fim de semana, que ela vinha se apresentar em novembro num cinema, e eu nem sabia se era novidade. Pois tá aí, um mais um.

Kid Sister

Histórico rápido: a Kid é rapper, menina, mistura de africanos e índios e irlandeses, apadrinhada do Kanye West, irmã de um dos caras do Flosstradamus (que tocam em SP e RJ no outro fim de semana, também via Nokia Trends) e lança o primeiro disco (Dream date) em novembro. O primeiro single, “Pro nails”, é divertido, tem participação do Kanye, fala sobre unhas e esmaltes e ganhou um clipe ótimo. Não precisa de mais nada.

Quer mais um nome pro Nokia? New Young Pony Club.
Mas esse é um chute meio cara de pau.

//música

+ sobre Paul Weller

21.10.2008 @ 19:10Comente

O Tim Festival anunciou os substitutos para o show cancelado do Paul Weller: os brasileiros Arnaldo Antunes e Roberta Sá. Hein?

Gosto dos dois, mas os fãs do velho inglês foram definitivamente chutados pra fora do festival, sem nem prêmio de consolação. A noite agora ficou boa para quem ia ao show do Marcelo Camelo, que dividiria o palco com Weller.

Só esqueceram de mudar o nome da noite, Bossa mod. De bossa, Arnaldo e Roberta não têm muito. De mod, então… só o Edgard Scandurra, que faz participação no show do Antunes. E olhe lá.

Segundo mensagem postada site do Tim Festival, o empresário jura que Paul Weller toca no festival em 2009. Diz que vem no mesmo vôo do Radiohead.

O cantor também publicou, no seu site, um aviso bem telegráfico sobre o cancelamento. Vale olhar os comentários. Tem brasileiro reclamando do Lula, do próprio Weller, da burocracia… Ninguém acredita muito na história do visto que não saiu.

Mas o mais criativo é o que sugere que todos os fãs deveriam receber uma cópia autografada do último disco do cantor.

//música

Paul Weller não vem mais

20.10.2008 @ 14:29Comente (1)

Paul Weller, ex-The Jam e ex-Style Council, agora também é ex-Tim Festival. Os shows começam depois de amanhã, mas o festival está com um dos seus dias zicados. Depois de perder o Gossip, Weller desistiu de vir - tudo por conta de burocracia diplomática envolvendo seu pianista, que é meio-brasileiro.

O Ilustrada no Pop republicou o comunicado oficial da organização, que saiu mais cedo.

Tudo muito bizarro e enrolado, mas a gente acredita com uma pulga atrás da orelha. A parte boa é que agora dá para assistir aos Klaxons (que tocam no mesmo horário, no palco do lado) sem remorso. Valeu, Paul.

A organização jura que está tentando uma atração de porte para substituir o velho mod. É claro que não vai rolar nenhum nome internacional, em tão pouco tempo - não tem ninguém pela região que já não tenha show marcado por aqui.

Um bom substituto seria o Spiritualized, que toca na Argentina e nem vai dar trela pro Brasil. Mas o Tim perdeu o velho alinhamento com o Personal Festival de lá - tanto que, agora, quem divide as atrações com os hermanos é o Planeta Terra.

//arte, música

Uma imagem

20.10.2008 @ 13:09Comente

Sound wave

Sound wave, de Jean Shin

//HQs, cinema

Confissões de super-heróis

20.10.2008 @ 03:58Comente

Esse Confissões de super-heróis é um dos melhores nerdocumentários que já vi. Tinha assistido no começo do ano e de repente ele está na seleção da Mostra. Dica certa.

O filme retrata quatro atores fracassados que ganham dinheiro encarnando super-heróis na Calçada da Fama, em Hollywood, e posando para fotos com os turistas que passam por ali. São quatro personagens: um Huk negro, uma Mulher-Maravilha ex-cheerleader, um Batman com problemas de controle de raiva e um Super-Homem pirado.

Confissões de super-heróis

É esse último a estrela loser do doc. O cara se parece com o Christopher Reeves (tem até o mesmo nome) e dedica a vida ao super-herói. Tem uma casa entupida de memorabília e não sabe pensar (e falar) sobre outra coisa. Até a moral, se esforça em copiar. Enquanto os companheiros de filme estão mais para ganhar a vida, ele é daquelas crias meio obsessivas do mundo dos quadrinhos, de dar medo.

Além de bom, o filme tem uma fotografia massa e uma trilha sonora bem boazinha - assinada por Greg Kuehn, que já fez parte do TSOL.